Marin aumentou o próprio salário para R$ 160 mil.
O presidente "biônico" da CBF, José Maria Marin, aumentou o seu próprio salário da entidade de R$ 90 mil para R$ 160 mil. Ele também nomeou um assessor especial, Marco Polo Del Nero, que vai ganhar R$ 130 mil.
Acostumado a herdar cargos de forma biônica - foi governador de São Paulo imposto pela ditadura militar -, José Maria Marin ganhou a Presidência da CBF após a renúncia de Ricardo Teixeira. Ele era vice, indicado pelo ex-presidente.
Além do hábito de ocupar cargos bionicamente, Marin mantém da ditadura militar o comportamento de interferir na seleção brasileira. Esta semana ele exigiu que o técnico Mano Menezes lhe apresentasse a pré-lista de jogadores convocados para a Olimpiadas.
E assim, quem pensou que as coisas melhorariam no futebol brasileiro com a saída de Ricardo Teixeira, deve estar começando a sentir saudade do ex-presidente.